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FOTOS COM HISTÓRIA... da História do Alves Barbosa (3 e 4)

Sexta-feira, Maio 16, 2008
Foto nº 3
Foi tirada no Casino Peninsular, na cerimónia de distribuição dos Prémios da Volta dos Campeões, em cujo evento os figueirenses e seus mais credenciados dirigentes e representantes levaram a efeito uma homenagem à minha prestação desportiva nesse ano, (Campeão Nacional de Fundo e de Velocidade; Décimo na Volta a França; vencedor da Volta a Portugal vencedor da Volta dos Campeões, etc.). Como nota informativa vamos “ver” quem são, ou quem eram, as pessoas ali representadas. Assim, a partir da esquerda, atrás de mim, pode ver-se a cabeça do meu colega de equipa, Antonino Batista; Entre mim e o Sr. Eng.º Muñoz de Oliveira, (então Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz), notam-se as cabeças dos Directores Desportivos do Académico do Porto e do F. C. do Porto, respectivamente, Pinto Valongo e João Rodrigues; a seguir ao Sr. Eng.º Muñoz, está o Sr. Severo Biscaia, cuja memória e prestígio, perduram em todos os ginasistas actuais; por fim um senhor ainda connosco, que todos os figueirenses conhecem e respeitam, o Sr. Dr. Luís Biscaia.



Foto nº 4

Na Foto nº 4, estão quase as mesmas pessoas… O Antonino Batista, o Barbosa, o Sr. Pinto Valongo e o Sr. João Rodrigues, o Sr. Severo Biscaia e Sr. Eng.º Muñoz de Oliveira.

O Rio

Quinta-feira, Maio 15, 2008
Foi hoje inaugurada a A17 entre Mira e Marinha Grande, via fundamental e de concretização tardia, para o desbloqueamento da ligação para sul do concelho da Figueira. Para além dos óbvios benefícios económicos, turísticos e de comodidade, esta auto-estrada pode contribuir para potenciar a atractividade desportiva da cidade, nomeadamente da sua marina de recreio, desde que nela sejam praticados preços competitivos em relação a instalações similares e que ofereça conforto funcional para os seus utentes. Mas, associado à marina, há sempre o estuário do Mondego, espelho privilegiado das várias modalidades náuticas durante quase todo o ano, constituindo uma mais valia sem paralelo na faixa litoral entre Lisboa e o Porto e que tem, assim, uma nova oportunidade de promoção. Toda a zona de Leiria, agora a 30 minutos de distância, reconhecida pela sua pujança económica, pode ser um mercado apetecível para este tipo de actividades que, concomitantemente, arrasta outra gama de benefícios. Haja iniciativa, espírito cooperativo e pensamento estratégico.
P.M.B.

FOTOS COM HISTÓRIA... da História do Alves Barbosa (1 e 2)

Terça-feira, Maio 13, 2008
Para interromper a minha longa ausência de colaboração no nosso blogue, fui à minha “caixa de recordações”, para concretizar esse objectivo e, dessas “recordações”, escolhi quatro, relacionadas com o melhor período da minha carreira desportiva, que coincidiu com a minha primeira participação na Volta a França, (10.ºlugar) e com a minha segunda vitória na Volta a Portugal.
As Fotos: nº 1 e n.º 2, dizem respeito ao segundo dia de descanso do “Tour”, durante o qual eu, obviamente, recarregava “baterias” respondia a entrevistas de jornalistas, completando o tempo de lazer, com outros diversificados passa - tempos.




Foto n.º 1



No primeiro dos documentos atrás citados, estou eu, à porta do hotel onde estava alojada a equipa de Luxemburgo – Mista, (na qual eu e o inglês Robinson tínhamos sido integrados, para completar os indispensáveis dez elementos que oficialmente compunham cada selecção).
Apresento-me com o jornal “A Bola” debaixo do braço, dando autógrafos a duas jovens francesas entusiastas do ciclismo e fãs do “Tour de France”.



Foto n.º 2


A Foto nº2: reveste-se de alguma curiosidade… curiosidade essa que, de algum modo está patente na minha imagem, que, por sua vez, era reflexo de uma situação que para mim era totalmente desconhecida.
Com efeito, o personagem que está equipado à FAEMA é um entusiasta originário da Suiça que só possuía a perna esquerda e que, mesmo assim protagonizava, diariamente, uma actividade física… direi mesmo atlética, deveras impressionante!
Então de que se tratava?...
Tratava-se de uma aposta que ele fizera consigo próprio, que era a de um dia participar numa Volta França – não cheguei a saber se ele teria sido corredor com as duas pernas e, eventualmente, perdera ou não direita – sei sim que ele estava naquela Volta a França e, englobado na caravana publicitária da prova, portanto na vanguarda da caravana desportiva, ele percorria pedalando, todas as etapas do “Tour”.
Era uma proeza que pretendia concretizar, a qual tinha intitulado de: TOUR DE FRANCE 1956 a 1 jambe, (isto é: VOLTA A FRANÇA 1956 com uma só perna).
São perfeitamente visíveis, na sua bicicleta, (à guisa de placa – numérica de quadro), os dizeres evocativos da aposta, que consigo próprio fizera!
Este foi mais um episódio que se integrou na vasta colecção de novidades que aquela minha primeira experiência na maior e melhor prova velocipédica do mundo me proporcionou e, afinal, ajudou a completar a minha formação como corredor de bicicleta.
(Continua)
AB

O silêncio habitual - 2

Sexta-feira, Maio 09, 2008
O ruído habitual dos jornalistas desportivos habituais e dos comentadores habituais, nos jornais desportivos e televisões habituais, costuma erigir a justiça desportiva estrangeira, em especial a justiça desportiva italiana, como o exemplo a seguir.

Acabo de ler num desportivo dos habituais, mas sem qualquer relevo, que o antigo director-geral da Juventus, Luciano Moggi, depois do escândalo dos resultados combinados que abalou o futebol italiano em 2006, voltou a ser acusado, mas agora por violar as regras que o impediam de acumular funções na Juve e no Messina, clube da 2ª Divisão que ocupava as posições cimeiras quando rebentou.

Também entre nós as regras são idênticas e daí que tenha estranhado que os jornalistas e comentadores habituais não tenham dado relevo à notícia e não tenham, desta vez, clamado, alto e bom som, pelas virtudes da justiça italiana a seguir entre nós.

É que há quatro anos o clube que foi campeão nacional tinha como director desportivo o accionista maioritário de um clube (não da 2ª Divisão, como em Itália!) que disputava a mesma competição, a 1ª Liga, e curiosamente (ou talvez não!) até combinaram que o segundo clube jogaria com o primeiro sempre fora de casa, no Estádio da Luz e no Estádio do Algarve!

O personagem era o Sr. José Veiga, os clubes foram o S. L. Benfica e o Estoril.

Curiosamente (ou talvez não!) ninguém, entre nós, investigou, e ninguém agora invocou o exemplo italiano!

Fez-se pois o silêncio habitual!

JG

O silêncio habitual - 1

Quarta-feira, Maio 07, 2008
Li por aí que o Supremo Tribunal Holandês confirmou decisões judiciais anteriores, punindo com 6 meses de prisão, repito, 6 meses de prisão!, o jogador do Sparta de Roterdão, Rachid Bouaouzan que, em 2004, (4 anos lá como cá, ao contrário do que se diz…!) partiu a perna a Niels Kokmeijer do Go Ahead Eagles.

Também a 23 de Abril de 2008, agora na Croácia, o jogador Mário Andricevic, do Cibalia, foi castigado pela Federação croata com seis meses de suspenção devido à grave lesão que provocou (fractura do perónio) ao adversário Mladam Pelaic, do Hadjuk, que vai parar seis meses para recuperação.

Dois casos, dois exemplos e três comentários.

O primeiro para reafirmar que a justiça estrangeira não é mais célere que a portuguesa, no caso a justiça holandesa foi tão lenta, ou mais ainda, quanto a portuguesa.

O segundo para dizer que a lei penal portuguesa também prevê e pune mesmos termos da holandesa e sendo que a legislação desportiva portuguesa também prevê a pena de suspensão em casos idênticos ao croata.

Acontece porém que não conheço nenhum caso de prisão no futebol português e só conheço um (Paulinho Santos versus João Pinto) de suspensão no caso da 1ª Liga.

Mas conheço o último jogador que partiu a perna a um adversário (Katsouranis versus Anderson) sendo que neste caso nada, mas rigorosamente nada, aconteceu, para alem do silêncio habitual e conveniente.

O terceiro e último comentário é para estranhar que dois casos exemplares não tenham merecido destaque sobretudo entre os jornalistas e comentadores habituais que sempre fazem apelo aos exemplos estrangeiros.

Faz-se pois o silêncio habitual!

JG

GALERIA DE CAMPEÕES (9)

Voltamos ao vosso convívio, para com as duas fotos seguintes, prestarmos a nossa singela mas devida homenagem aos nossos campeões desta semana. O Remo e a Natação são as modalidades contempladas.

Campeões Regionais do ano de 1957, de pé: Jorge Rigueira, Jorge Paour Monteiro, Alberto Collet-Meygret, Edmundo Barrué (treinador) e Isabel Barrué. Em baixo: Luiz Filipe Cunha, Luciano Paulo e José Cardoso dos Santos.
Destes atletas, aqui acompanhados pelo treinador Edmundo Barrué, que com Joaquim de Sousa formou a dupla que renovou e dinamizou a secção de Natação a partir do ano de 1954, apenas Alberto Collet Meygret não foi Campeão nesse ano, tendo sido anteriormente em 1955.

Campeões Nacionais de shell de 4 Juniores em 1929: António Lopes, José Ramalho Júnior, Francisco Matos, João Rama e Severo Biscaia (timoneiro). Foto tirada no passeio em frente à Secção Náutica da Avenida Saraiva de Carvalho, vendo-se ao fundo a Ponte antiga sobre o estuário do Rio Mondego. Como diria Severo "Bons tempos patrão ..."

Até breve

JT

Equação com demasiadas incógnitas

Quinta-feira, Maio 01, 2008
O recente triunfo do Olivais no campeonato feminino de basquetebol, os dois milhões de euros dados a um ex-piloto de F1, os salários em atraso no desporto profissional, os 53 milhões de euros para os Centros de Alto Rendimento, a esperança de várias medalhas nos Jogos Olímpicos constituem alguns dos dados da equação desportiva em que muitos mantêm uma admirável teimosia em fazer bem, alguns aproveitam para fazer mal e todos (uns com muito maior responsabilidade do que outros) olham com apreensão para um futuro do desporto que, repensado como sub-sector da economia, se sente severamente afectado pelas recessões.
Carlos Gonçalves

TECNOLOGIA E NATAÇÃO



Tem sido acompanhado com algum entusiasmo a queda de vários recordes do mundo de natação apenas alguns meses antes dos Jogos Olímpicos. Do início deste ano até meados de Março estavam contabilizados cerca de dezasseis recordes do mundo. O que estes recordes têm em comum é que os nadadores que os bateram vestiam o último grito da tecnologia em fatos de banho: o LZR RACER da Speedo. Este fato tem como características fundamentais uma maior compressão corporal e uma capacidade de repelir a água o que contribui para uma diminuição da resistência ao avanço do nadador. Não será também de descurar a contribuição de algum benefício psicológico desta novidade.

É por isso grande a expectativa dos resultados nos Jogos Olímpicos. Será que ultrapassado o factor novidade, os recordes continuarão a cair? Qual a capacidade das selecções nacionais equiparem as suas equipas, já que o preço médio de cada fato ronda os 500 dólares? Qual será a resposta das marcas concorrentes?

Não nos podemos esquecer que qualquer equipamento só poderá ser utilizado depois da Federação Internacional (FINA) proceder à sua aprovação. Aqui também está lançada alguma polémica. Os puristas advogam que pelas suas características este fato não devia ter obtido a aprovação da FINA pelo facto de, no limite, se poder considerar uma ajuda ao nadador o que violaria as regras gerais da natação pura.

EP

FOTOS COM HISTÓRIA (23)

Quarta-feira, Abril 30, 2008


Conheceram-se no Remo, quando representavam o Caminhense e o Ginásio.
Casaram recentemente na Igreja do Paião.
O noivo é o medico Artur Antunes, campeão do mundo em 1999, comentador residente do Zás-trás!... e a noiva a arquitecta Ana Rute Costa.
Presentemente ambos representam o Ginásio.
Uma história bonita, a suscitar os nossos desejos de muitas felicidades.

Salários em atraso no Futebol

Terça-feira, Abril 29, 2008
Criticamente, mas, por regra, por ocasião dos finais de época desportiva, vem à primeira página da informação a decantada questão dos salários em atraso no futebol.

Neste particular os comentadores habituais e os dirigentes habilidosos avançam duas máximas que, por sistemática repetição, passam a verdade absoluta:
- Que isto só em Portugal! – dizem.
- Que o Estado tem de intervir! – clamam.

São estas “verdades” que pretendo demonstrar com o presente comentário.

A primeira delas é absolutamente falsa já que, infeliz e lamentavelmente, a situação dos salários em atraso no futebol é chaga social sem o exclusivo nacional.

Basta recordar que no passado fim de semana os jogadores do Boavista ameaçaram com greve ao jogo com o Nacional, ao mesmo tempo que aqui ao lado os jogadores do Levante da 1ª Liga espanhola faziam exactamente o mesmo pelos mesmíssimas razões dos salários em atraso.

A segunda máxima tem a ver com o hábito bem português de afirmar o liberalismo puro e duro, para à primeira dificuldade correr para debaixo do braço protector do Estado!

Refere-se quanto a este aspecto, que ainda há poucos anos um presidente de uma grande bola lusa levou a um ex-Secretário de Estado do Desporto um DVD de um suposto golo não assinalado pelo árbitro, seguramente para que aquele membro do governo assinalasse o golo e rectificasse o resultado…!!

Que pode, então, o Governo fazer, ou o que deve fazer, em matéria de salários em atraso no futebol?

Quero crer que um governo com preocupação sociais fará o que faz nas outras áreas da actividade económica.

A verdade, porém, é que há salários em atraso nas empresas…

A verdade, porém, é que há empresas que fecham…

A verdade, porém, é que há multinacionais, favorecidas com incentivos vários e facilidades fiscais, que encerram ou se deslocalizam…

E a verdade é que jamais vi a Inspecção do Trabalho (IDICT) intervir nos clubes de futebol, sendo que neste plano, jus laboral, o Estado pode e deve intervir.

Já quanto à acção da Liga nesta manteria, tenho as mais sinceras dúvidas pois que não estou a ver esta associação patronal (como não vejo a CIP ou a CCP) a exigir garantias bancárias para salvaguarda dos salários dos jogadores/trabalhadores…

Quando muito a Liga poderia determinar a impossibilidade de inscrição nos campeonatos aos clubes com salários em atraso – só que se assim acontecer prevejo que a prazo não haja número suficiente de clubes para integrar os campeonatos (se hoje são 13 os clubes faltosos!!)

Concluindo, a chaga social dos salários em atraso vai prosseguir, e temo que agravar-se, seja na actividade económica em geral, seja no futebol.

Claro que outros prosseguirão de DVD em riste e mais preocupados em assacar culpas nos árbitros...

JG

A LIGA DOS ÚLTIMOS

Quinta-feira, Abril 24, 2008
A televisão pública, quando quer, consegue libertar-se das malhas que a concorrência tece e oferecer-nos um verdadeiro “serviço público”.

Merece esta consideração uma programação que vimos num sábado de manhã (não sabemos se tem ou não regularidade) no período que antecede o almoço, constituindo um “suculento” aperitivo com fartos motivos de reflexão.

Com efeito, nesse período, foi apresentada a rubrica “A Liga dos Últimos” que, anteriormente, passava no Canal RTPN, rubrica que, quanto a nós, é uma das que melhor representa (via futebol) o Portugal que não cabe nos Telejornais nem nas discussões da alta roda desportiva.

Percorrendo os campos de futebol de localidades onde bairrismo ainda rima com primarismo e interioridade com ruralidade, as câmaras têm o mérito mostrar não apenas o “outro país”, mas também a sedução que provocam as luzes televisivas, o que leva muitos (para não se dizer todos) a procurarem uns tantos minutos de glória.

Pena é que os apresentadores, onde se destaca o célebre “Professor Bitaites”, alinhem pelo tom geral, sem qualquer intenção pedagógica, antes divertindo-se com as imbecilidades ou ingenuidades das vedetas de ocasião.

Pois bem, logo após a transmissão da “Liga dos Últimos”, pejada do tal “povo” que faz oscilar os resultados eleitorais que alimentam o “bloco central de interesses”, a atenção dos telespectadores é reclamada para esse genial programa que é o “Contra-Informação” que, dentro do conceito latino de “ridendo castigat mores” põe a nu uma classe política sustentada por esses que pouco mais pedem do que “pão e circo”.

Em resumo: tudo isto é triste, e talvez seja o Fado que nos coube.

AV

Cenas (pouco) desportivas... (5) – A DIARREIA MENTAL

Numa Assembleia Geral da Associação de Futebol de Coimbra, já lá vão 45 anos, representaram o Ginásio o Pessoa de Carvalho e o Zé Martins.

O primeiro excedeu-se bastante na sua intervenção, protestando já não me lembro bem porquê e rematando: “esta Direcção sofre de diarreia mental”!

Esqueceu-se, ou não sabia mesmo - tratava-se salvo erro da sua primeira presença numa Assembleia – que o Presidente da Direcção era o Dr. Augusto Simões, também Presidente da Câmara de V. N. de Poiares e Deputado da Nação, como então se dizia.

Este reagiu de forma muito áspera e, no calor da indignação, deixou mesmo sub entendidas algumas ameaças.

Serenados os ânimos, diga-se que com bastante dificuldade, a reunião lá continuou, e o Zé Martins aproveitou logo para “montar” mais uma das suas divertidas e bem imaginadas rábulas.

Durante toda a viagem de regresso à Figueira “massacrou” o Pessoa de Carvalho: estás tramado, pá … insultaste o Deputado e ele vai-te lixar!

Embora nos tempos que corriam, em plena ditadura, se pudesse admitir que o Pessoa de Carvalho, professor do ensino oficial, tivesse alguma chatice, na verdade o Dr. Augusto Simões era um excelente homem, incapaz de qualquer retaliação.

Mas isso ele não sabia, e começou a ficar preocupado …

Nos dias seguintes, o Zé insistiu, insistiu … afligindo-o cada vez mais: Oh Zé, temos de fazer qualquer coisa, posso ser prejudicado, e por arrastamento o Ginásio, vê lá se arranjas forma de sairmos desta.

Até que um dia o Zé entrou na Sede, boletim Vai d’ Arrinca!, acabado de sair da tipografia, debaixo do braço, e disparou: resolvi o problema, está aqui!

Realmente, na página 5 do número de Novembro de 1963 do boletim, lá estava – e está, podem verificar – publicado um vibrante artigo, intitulado “Dr. Augusto Simões – Um homem do futebol”, lá vinha o elogio publico do Presidente, nome que “o futebol de Coimbra, reconhecido, jamais olvidará“, “marco imperecível do progresso do futebol do distrito”, etc, etc, terminando com “ardentes votos de que a sua presença na presidência da Associação se mantenha pelos anos fora”!

Não assisti – foi-me contado pelo Zé – ao abraço emocionado com que o Pessoa de Carvalho lhe agradeceu !

JS